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	<title>Web Semântica</title>
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	<description>Cibercultura, Web, Web Semântica, Internet e Afins</description>
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		<title>Web Semântica</title>
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		<title>O conteúdo dos cursos para um contexto digital</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte desse post em Artigos no caderno Boa Chance do Jornal O Globo, edição impressa, domingo, 29 de novembro de 2009, p.3-4. Disponibilizado pelo professor Aldo Barreto, na lista de e-mail cinforme@googlegroups.com, na mesma data. Tudo começou com a web &#8230; <a href="http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/11/29/o-conteudo-dos-cursos-para-um-contexto-digital/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=59&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Fonte desse post em Artigos no caderno Boa Chance do Jornal O Globo, edição impressa, domingo, 29 de novembro de 2009, p.3-4. Disponibilizado pelo professor Aldo Barreto, na lista de e-mail cinforme@googlegroups.com, na mesma data.</h3>
<p>Tudo começou com a web 1.0, marcada pelo surgimento de sites estáticos, que não permitiam ao usuário realizar plenamente a sua participação com a interface gráfica da Internet. A web é um programa para se visualizar a Internet e web e Internet não são a mesma coisa. A web começou a mudar no início da década de 2000, com a web 2.0. É uma fase marcada pelo aproveitamento de aplicativos que estimulam a construção coletiva da informação.</p>
<p>Não se trata de uma revolução baseada na forma, mas no conteúdo, que sofre transformações ao permitir que o usuário crie, organize e edite informação em rede.</p>
<p>Já a web 3.0 prevê a organização e o uso inteligente de todo o conhecimento disponível na rede. Fala-se em convergência de mídias e mecanismos de busca mais intuitivos. Os sites passariam a deduzir o que o internauta quer através de suas demandas anteriores e por estudos de seu comportamento na web.</p>
<p>O mundo mal se adaptou aos efeitos da web 2.0, e já vem por aí com a web 3.0. Manter-se atualizado é um dos principais desafios de quem trabalha com o mercado digital. E de quem pretende ingressar nele. Para acompanhar a velocidade das informações e do surgimento de tecnologias, as instituições de ensino têm oferecido cursos voltados ao setor.</p>
<p>A maioria ainda é para a área de interesse do mercado como comércio eletrônico e TV digital. Já existe uma pósgraduação em “Marketing digital”, que aposta em uma Internet e plataformas online para estimular as vendas, o contato com clientes e a melhorar a imagem de produtos e serviços da empresa via Internet.</p>
<p>Os cursos são direcionados a quem quer conhecer os benefícios que a Internet pode trazer para as empresas. Um consenso entre os especialistas é que as ferramentas de interação na Internet se estabeleceram e vão ficar ou se aprimorar: os blogs, o twitter e talvez o google wave. Diante do dinamismo do mercado, o importante não é dominar cada tecnologia, mas entender como as redes sociais potencializam o alcance das ações de toda a cadeia produtiva digital. O salário de um profissional desta área está entre R$ 7 mil e R$ 12 mil reais.</p>
<p>Exemplos de alguns cursos no eixo Rio/São Paulo com 360 a 500 horas aula:</p>
<p>Design digital: voltado para profissionais de marketing, comunicação e design. O curso conta com disciplinas como ambiente globalizado de negócios, gerência de marketing, arquitetura da informação e design de interação. O custo pode chegar a R$ 14.000,00.</p>
<p>Marketing digital &#8211; o curso aborda cultura, tecnologia e comunicação digital, publicidade e propaganda online e marketing e estratégia para negócios na web. O valor é de cerca de R$ 14.000.</p>
<p>Gestão estratégica de marketing digital &#8211; oferece conceitos e ferramentas para o profissional gerenciar equipes e projetos na área. Entre as principais disciplinas estão marketing móvel, conhecimentos em redes e direito eletrônico. O valor é cerca de R$ 10.000,00.</p>
<p>Gestão e estratégias em comércio eletrônico &#8211; direcionado a profissionais de qualquer formação que querem adquirir conhecimentos em gestão e estratégias na rede. O curso — inclui matérias como estratégias de varejo na internet e inteligência em negócios de comércio eletrônico. O valor pode chegar a R$ R$ 17.000,00.</p>
<p>Marketing e gestão de clientes &#8211; com disciplinas de gestão de marketing digital e comércio eletrônico. O valor pode ser até de R$ 6.000,00.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/thesemanticweb.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/thesemanticweb.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/thesemanticweb.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/thesemanticweb.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/thesemanticweb.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/thesemanticweb.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/thesemanticweb.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/thesemanticweb.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/thesemanticweb.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/thesemanticweb.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/thesemanticweb.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/thesemanticweb.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/thesemanticweb.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/thesemanticweb.wordpress.com/59/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=59&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Museu celebra o verdadeiro precursor da Web‏</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Otlet]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá. Resolvi colocar esse post, pois o link indicado no final do texto quebrou (logo podemos por definição colocar o significado desse termo no glossário: link quebrado), ou seja, já era&#8230; &#8220;zé-fi-ni&#8221;. Pois bem, o texto foi enviado por  samucaos &#8230; <a href="http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/11/25/museu-celebra-o-verdadeiro-precursor-da-web%e2%80%8f/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=53&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Olá. Resolvi colocar esse <em>post</em>, pois o link indicado no final do texto quebrou (logo podemos por definição colocar o significado desse termo no glossário: link quebrado), ou seja, já era&#8230; &#8220;zé-fi-ni&#8221;. Pois bem, o texto foi enviado por <strong> </strong><strong>samucaos</strong> (samucaos@yahoo.com.br) para a lista de e-mail <strong>bci-ufscar@yahoogrupos.com.br</strong> em 20 de junho de 2008. Eu ainda tinha 26 anos&#8230;</h3>
<h3>Segue antes esse link sobre um documentário da vida de Paul Otlet (foto): <a href="http://www.archive.org/details/paulotlet%20video%20otlet" target="_blank">http://www.archive.org/details/paulotlet%20video%20otlet</a></h3>
<p style="text-align:center;"><a href="http://thesemanticweb.files.wordpress.com/2009/11/495918.jpg"><img class="size-medium wp-image-56 aligncenter" title="Paul Otlet, advogado com vontade de ser bibliotecário..." src="http://thesemanticweb.files.wordpress.com/2009/11/495918.jpg?w=300&#038;h=237" alt="" width="300" height="237" /></a></p>
<p>Segue o texto&#8230; Boa leitura&#8230;</p>
<p>Em uma tarde enevoada de segunda-feira, a cidade medieval de Mons, na Bélgica, submersa na neblina, parece um lugar esquecido. Além da catedral gótica obrigatória, não há muito mais que ver por aqui, se excluirmos um pequeno museu chamado Mundaneum, que fica em uma rua estreita no canto nordeste da cidade. Ele parece ser uma casa isolada o bastante para abrigar o legado de um dos pioneiros perdidos da tecnologia: Paul Otlet.</p>
<p>Em 1934, Otlet delineou os planos iniciais para uma rede mundial de computadores (ou &#8220;telescópios elétricos&#8221;, como os designava), cujo objetivo seria permitir que as pessoas vasculhassem milhões de documentos, imagens e arquivos de som e vídeo interligados. Ele descreveu a maneira pela qual as pessoas usariam aparelhos para trocar mensagens, arquivos e até mesmo se unir em redes sociais online. Otlet designou a estrutura como &#8220;reseau&#8221;, literalmente rede, ou, concebivelmente, &#8220;web&#8221; teia.</p>
<p>Os historiadores costumam traçar as origens da world wide web seguindo uma linhagem de inventores anglo-americanos como Vannevar Bush, Doug Engelbart e Ted Nelson. Mas mais de meio século antes que Tim Berners-Lee lançasse o primeiro browser, em 1991, Otlet descreveu um mundo interconectado no qual &#8220;qualquer pessoa, de sua cadeira, poderia contemplar toda a criação&#8221;.</p>
<p>Ainda que a proto-web de Otlet dependesse de uma colcha de retalhos de tecnologias analógicas como cartões de indexação e telégrafos, ainda assim ela antecipou a estrutura baseada em hiperlinks da web contemporânea.</p>
<p>&#8220;Era como que uma versão steampunk do hipertexto&#8221;, disse Kevin Kelly, ex-editor da revista Wired, que está escrevendo um livro sobre o futuro da tecnologia.</p>
<p>A visão de Otlet tinha por base a idéia de uma máquina operando em rede e integrando documentos por meio links simbólicos. Embora o conceito possa parecer evidente hoje, em 1934 representava uma grande inovação intelectual. &#8220;O hiperlink é uma das invenções mais subestimadas do século passado&#8221;, disse Kelly. &#8220;Mas um dia estará em companhia do rádio no panteão das grandes invenções&#8221;.</p>
<p>Hoje, Otlet e seu trabalho estão em larga medida esquecidos, mesmo em sua Bélgica natal. Ainda que Otlet tenha desfrutado de fama considerável durante a vida, seu legado caiu vítima de uma série de infortúnios históricos &#8211; não o menor dos quais foi a invasão da Bélgica pelos nazistas, que resultou na destruição de grande parte daquilo em que ele trabalhou durante toda sua vida.</p>
<p>Mas nos últimos anos um pequeno grupo de pesquisadores começou a recuperar a reputação de Otlet, publicando alguns de seus textos e arrecadando dinheiro para estabelecer seu museu e arquivo, em Mons.</p>
<p>Enquanto o museu Mundaneum se preparava para comemorar seu 10° aniversário, na quinta-feira, os curadores planejavam colocar parte de sua coleção na web moderna. O evento será não só uma confirmação póstuma das idéias de Otlet mas representará uma oportunidade para que sua posição na história da Internet seja reavaliada. O Mundaneum representa apenas uma curiosidade histórica, uma estrada que não foi percorrida? Ou a visão de seu criador pode ajudar a compreender a web tal qual a conhecemos hoje?</p>
<p>Ainda que Otlet tenha passado toda sua vida de trabalho na era anterior aos computadores, ele tinha notável senso de antecipação quanto às possibilidades da mídia eletrônica. Paradoxalmente, a visão dele sobre um futuro sem papel nasceu de um fascínio que durou toda sua vida pelos livros.</p>
<p>Otlet, nascido em 1868, só começou a freqüentar a escola aos 12 anos de idade. Sua mãe morreu quando ele tinha três anos; seu pai era um empresário de sucesso que fez fortuna vendendo bondes em todo o mundo. O pai preferiu não matricular Otlet na escola devido à convicção de que o estudo poderia sufocar o talento natural da criança. Deixado em casa com seus tutores e poucos amigos, Otlet levava uma vida solitária e dedicada aos livros.</p>
<p>Quando ele por fim começou a estudar, sua primeira atitude foi procurar a biblioteca. &#8220;Eu me trancava na biblioteca e vasculhava o catálogo, que para mim era miraculoso&#8221;, ele escreveu mais tarde.</p>
<p>Pouco depois de começar a estudar, ele se tornou bibliotecário da escola. Nos anos seguintes, Otlet jamais deixava a biblioteca. Ainda que seu pai o tenha pressionado a estudar Direito, ele logo deixou de lado a advocacia e retornou ao seu amor primeiro, os livros.</p>
<p>Em 1895, Otlet conheceu um espírito irmão, Henri LaFontaine, futuro ganhador do prêmio Nobel, que se uniu a ele na criação de uma bibliografia central contendo todo o conhecimento em forma de livro existente no mundo.</p>
<p>Mesmo em 1895, o projeto parecia indicar uma imensa arrogância intelectual. Os dois homens decidiram que coligiriam dados sobre todos os livros que já tivessem sido publicados, bem como uma vasta coleção de artigos de jornal, fotografias, cartazes e todos os tipos de objetos efêmeros &#8211; como panfletos &#8211; que as bibliotecas formais costumavam ignorar. Usando cartões de índice (então a mais avançada forma de armazenar informações), eles criaram um imenso banco de dados em papel contendo mais de 12 milhões de verbetes.</p>
<p>Otlet e LaFontaine conseguiram enfim convencer o governo belga a apoiar o projeto, propondo construir uma &#8220;cidade do conhecimento&#8221; que reforçaria a campanha do governo para fazer do país a sede da Liga das Nações. O governo lhes concedeu espaço em um edifício público, e Otlet expandiu suas operações. Contratou mais funcionários, e estabeleceu um serviço de pesquisa pago que permitia que qualquer pessoa do mundo fizesse uma pergunta por telegrama ou correio &#8211; uma espécie de serviço de busca analógico. Surgiram perguntas vindas de todo o mundo, mais de 1,5 mil ao ano, sobre tópicos tão diversos quanto os bumerangues e as finanças da Bulgária.</p>
<p>À medida que o Mundaneum evoluía, o volume de papel começou a se tornar grande demais. Otlet decidiu desenvolver idéias para novas tecnologias que ajudassem a administrar a sobrecarga de informações. Em determinado momento, ele propôs uma espécie de computador de papel, com rodas e eixos, que moveria documentos pela superfície de uma mesa. Mas ele acabou por decidir que a solução definitiva tinha de envolver o abandono completo do papel.</p>
<p>Porque não existiam aparelhos de armazenagem eletrônica de dados nos anos 20, Otlet teve de inventá-los. Começou a escrever longamente sobre a possibilidade da armazenagem eletrônica de dados, o que culminou em um livro lançado em 1934, Monde, no qual ele expunha sua visão sobre um &#8220;cérebro mecânico coletivo&#8221; que abrigaria todas as informações do mundo, a qual estaria facilmente disponível por intermédio de uma rede mundial de telecomunicações.</p>
<p>Tragicamente, no momento em que a visão de Otlet começava a se cristalizar, o Mundaneum começou a enfrentar dificuldades financeiras. Em 1934, o governo belga perdeu o interesse pelo projeto, quando a Liga das Nações escolheu a Suíça como sede. Otlet transferiu sua empreitada a um espaço menor, e devido às dificuldades financeiras teve de fechá-la ao público.</p>
<p>Alguns funcionários continuaram trabalhando no projeto, mas o sonho acabou quando os nazistas invadiram a Bélgica, em 1940. Os alemães removeram todo o conteúdo do local original do Mundaneum para abrir espaço a uma exposição sobre a arte do Terceiro Reich, e destruíram milhares de caixas com os cartões de índice. Otlet morreu em 1944, um homem derrotado e que não demoraria a ser esquecido.</p>
<p>Depois de sua morte, o que sobreviveu do Mundaneum original foi abandonado no velho edifício do departamento de anatomia na Universidade Livre de Parc Leopold, até 1968, quando um jovem estudante de pós-graduação chamado W. Boyd Rayward encontrou informações sobre a vida de Otlet. Depois de ler alguns dos trabalhos do inventor, ele visitou o escritório abandonado do projeto, em Bruxelas, onde descobriu uma sala com jeito de mausoléu, lotada de livros e montes de papéis cobertos por teias de aranha.</p>
<p>Rayward ajudou a promover uma retomada do interesse pelo trabalho de Otlet, um momento que terminou por gerar interesse suficiente para resultar no museu Mundaneum, em Mons.</p>
<p>Hoje, o novo Mundaneum apresenta traços instigantes da web que poderia ter surgido. Longas fileiras de gavetas estão ocupadas por milhões dos cartões de índice criados por Otlet, e mostram o caminho para um arquivo repleto de livros, cartazes, fotos, recortes de jornal e todo tipo de artefato. Uma equipe de arquivistas trabalhando em tempo integral conseguiu até o momento catalogar menos de 10% da coleção.</p>
<p>A imensidão do arquivo revela tanto as possibilidades quanto as limitações da visão de Otlet tal qual ele a concebeu. O inventor imaginava uma série de arquivistas profissionais analisando todas as informações que chegassem e catalogando-as, uma filosofia que contraria a hierarquia da web moderna, onde tudo funciona de baixo para cima.</p>
<p>&#8220;Creio que Otlet teria se sentido perdido diante da Internet&#8221;, diz François Lévie, sua biógrafa. Mesmo com um pequeno exército de bibliotecários profissionais, o Mundaneum original jamais teria acomodado o imenso volume de informação disponível hoje na web. &#8220;Não creio que o projeto dele pudesse crescer&#8221;, diz Rayward. &#8220;Nem mesmo em escala suficiente para atender à demanda do mundo de papel em que ele vivia&#8221;.</p>
<p>Apesar dessas limitações, a versão do hipertexto proposta por Otlet tinha vantagens importante sobre a web atual. Enquanto os links atuais da web servem como uma espécie de conexão muda entre documentos, Otlet imaginava conexões que portariam significado, por exemplo na forma de anotações que informariam se determinados documentos concordavam ou discordavam. Essa facilidade falta notoriamente aos hiperlinks modernos.</p>
<p>Otlet também antecipou as possibilidades das redes sociais, de permitir que os usuários &#8220;participem, aplaudam, ovacionem, cantem em coro&#8221;.</p>
<p>Embora ele muito provavelmente devesse terminar perplexo diante do ambiente do Facebook e do MySpace, Otlet anteviu alguns dos aspectos mais produtivos das redes sociais &#8211; a capacidade de trocar mensagens, participar de discussões e trabalhar em uníssono para a coleta e organização de documentos.</p>
<p>Alguns estudiosos acreditam que Otlet tenha antecipado algo como a web semântica, a estrutura emergente de computação baseada em assunto, que vem ganhando ímpeto entre cientistas do ramo como Berners-Lee. Como a web semântica, o Mundaneum aspirava não somente a criar links estáticos entre documentos mas a mapear relações conceituais entre fatos e idéias. &#8220;A web semântica tem algo de Otlet&#8221;, diz Michael Buckland, professor da Escola de Informação na Universidade da Califórnia em Berkeley.</p>
<p>Os curadores do atual Mundaneum esperam que o museu evite o destino de seu predecessor. Ainda que ele venha conseguindo garantir verbas, não atrai tantos visitantes.</p>
<p>&#8220;O problema é que pouca gente conhece a glória do Mundaneum, diz Stéphanie Manfroid, a diretora de arquivos da instituição. &#8220;As pessoas não se entusiasmam ao ver um arquivo&#8221;.</p>
<p>Tentando ampliar seu apelo, o museu organiza exposições regulares de cartazes, fotografias e arte contemporânea. Mas embora apenas alguns turistas aparecem para visitar o pequeno museu em Mons, a cidade pode em breve encontrar seu espaço no mapa da história tecnológica. Este ano, um novo morador planeja abrir um centro de dados bem perto da cidade. Seu nome é Google.</p>
<p>Disponível em: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI2961494- EI4802,00-Museu+celebra+o+verdadeiro+precursor+da+web.html. Acesso em: 20 jun. 2008.</p>
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		<title>Cientistas: leitores 2.0</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 12:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Leitores 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnicas de busca e indexação da informação permitem a leitura de mais artigos em menos tempo Na era da web 2.0, os cientistas estão lendo mais artigos científicos, sem precisar gastar mais tempo com essa tarefa. As responsáveis por isso &#8230; <a href="http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/10/25/cientistas-leitores-2-0/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=47&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Técnicas de busca e indexação da informação permitem a leitura de mais artigos em menos tempo<br />
</strong><br />
Na era da web 2.0, os cientistas estão lendo mais artigos científicos, sem precisar gastar mais tempo com essa tarefa. As responsáveis por isso são as novas técnicas de busca, indexação e recuperação de informação das publicações digitais. O diagnóstico é de dois cientistas da informação da Universidade de Illinois (EUA), que apostam que essa tendência vai se acentuar ainda mais nos próximos anos.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="50" align="right">
<tbody>
<tr>
<td align="center"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As novas ferramentas de publicação científica permitem que os cientistas sejam mais seletivos, filtrem melhor as informações relevantes e desenvolvam estratégias mais eficientes de leitura. A conclusão é de Allen Renear e Carole Palmer, que discutem essa tendência em artigo da <em>Science</em> desta semana.</p>
<p>Ler vários artigos simultaneamente e lançar mão de outros recursos para maximizar a leitura já eram um hábito na rotina dos cientistas. A diferença, apontam os autores, é o uso em ampla escala de ferramentas próprias do ambiente digital, aliada à tendência das publicações científicas de construir redes hipertextuais de artigos.</p>
<p>O impacto disso sobre o cotidiano dos pesquisadores é palpável. De acordo com dados citados pelos autores, o número de artigos lidos por cientista em 2005 era cerca de 50% maior do que no início dos anos 1990, sem que o tempo de leitura tenha aumentado. Na verdade, o tempo gasto para ler cada artigo diminuiu drasticamente: entre o final dos anos 1970 e meados dos anos 1990, a média era de quase 50 minutos; desde então, ela é de pouco menos de meia hora.</p>
<p>A seletividade é uma das características essenciais da nova leitura on-line. Para os pesquisadores 2.0, ler é também editar. “No meio digital, os cientistas podem identificar os segmentos de texto mais relevantes para eles de forma mais eficiente”, explica Carole Palmer à <em>CH On-line.</em> “Hoje eles usam seu tempo na leitura desses segmentos e não no texto como um todo.”</p>
<p><strong>Revolução</strong><br />
Os autores situam no fim dos anos 1990 o que eles não hesitam em qualificar como revolução na forma de ler e publicar artigos científicos. Entre os responsáveis por isso está a linguagem XML (sigla em inglês para “linguagem de marcação extensível”, em tradução livre), que permite a criação de documentos com uma organização hierárquica dos dados e tornou possível a criação de bancos de dados científicos interligados na internet.</p>
<p>Desde então, o uso de ferramentas de busca especializadas, bancos de dados e repositórios de artigos científicos virou rotina na vida dos cientistas. Bancos de artigos como o <a href="http://medline.cos.com/" target="_blank"> <span style="text-decoration:underline;">MedLine</span> </a> ou  																																	<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/" target="_blank"> <span style="text-decoration:underline;">PubMed</span> </a> permitem encontrar artigos específicos com grande agilidade e têm ferramentas que possibilitam, com poucos cliques, checar as referências bibliográficas ou ler artigos similares com as mesmas palavras-chave, autores ou instituições.</p>
<p>Renear e Palmer acreditam que, na próxima década, os cientistas mudarão a narrativa de seus artigos em função dos recursos da internet e que as suas estratégias de leitura serão ainda mais desenvolvidas. Os textos da rede, apostam eles, tendem a ser cada vez mais repletos de links gerados automaticamente ou pelos próprios usuários.</p>
<p>“Já há muitas narrativas diferentes em blogs, por exemplo, e creio que virão outras mudanças moldadas pelas tecnologias de leitura”, prevê Palmer. “É o momento certo para que autores e editores inovem.”</p>
<p><strong>Novos hábitos de leitura no Brasil</strong><br />
Para entender como os cientistas brasileiros estão vivenciando essa mudança nos hábitos de leitura e publicação de artigos, a <em>CH On-Line</em> ouviu alguns de seus colunistas e ex-colunistas, pesquisadores de diferentes áreas e gerações. Eles reconhecem que estão lendo cada vez mais artigos.</p>
<p>“Leio um número maior de artigos do que há 10 anos, ainda que o número de horas disponíveis para isso naturalmente não possa crescer no mesmo ritmo da acessibilidade”, atesta a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, de 36 anos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Gosto muito da disponibilidade instantânea de artigos novos, mas aprecio enormemente a rapidez de acesso também a publicações mais antigas, que consulto muito on-line.”</p>
<p>Os pesquisadores que ouvimos confirmam também uma maior seletividade ao lidar com um volume maior de informação. “Leio muito mais, mas de maneira mais diagonal”, conta o físico Adilson de Oliveira, 42 anos, professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). “Com a internet, recebo a lista de artigos publicados nas principais revistas do meu interesse e, em função do título, leio o artigo inteiro.”</p>
<p>Mas nem todos os pesquisadores ouvidos apontaram mudanças na forma como leem os artigos. “A internet afetou a quantidade de artigos de que tomo conhecimento, mas não a forma como os leio”, pondera o físico Carlos Alberto dos Santos, 62 anos, professor aposentado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “Continuo lendo apenas os artigos que atendem às minhas necessidades bibliográficas, que imprimo e leio no papel.”</p>
<p>Já o geneticista Sergio Danilo Pena, 61 anos, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, aponta a agilidade como principal diferencial da digitalização dos periódicos. “Com a internet tenho acesso às publicações com muito maior rapidez. Antes, eu pedia separatas dos artigos, que demoravam meses para chegar. Hoje o acesso é instantâneo, leio os artigos assim que são publicados.”</p>
<p><strong> Sofia Moutinho<br />
Bernardo Esteves<br />
</strong> Ciência Hoje On-line<br />
13/08/2009</p>
<p>Fonte: <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/151119" target="_blank">http://cienciahoje.uol.com.br/151119</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/thesemanticweb.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/thesemanticweb.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/thesemanticweb.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/thesemanticweb.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/thesemanticweb.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/thesemanticweb.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/thesemanticweb.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/thesemanticweb.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/thesemanticweb.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/thesemanticweb.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/thesemanticweb.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/thesemanticweb.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/thesemanticweb.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/thesemanticweb.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=47&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Mídias integradas</title>
		<link>http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/10/01/midias-integradas/</link>
		<comments>http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/10/01/midias-integradas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[William Gibson]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1984, o escritor canadense William Gibson publicou o livro Neuromancer. Nesse livro,o autor cunhou o termo ciberespaço, ele descreve uma sociedade que se vê imersa em um mundo tecnológico e utiliza um espaço digital de interação e comunicação entre &#8230; <a href="http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/10/01/midias-integradas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=45&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:small;">Em 1984, o escritor canadense William Gibson publicou o livro Neuromancer. Nesse livro,o autor cunhou o termo ciberespaço, ele descreve uma sociedade que se vê imersa em um mundo tecnológico e utiliza um espaço digital de interação e comunicação entre as pessoas. A ficção daquela época, hoje é fato. O espaço digital descrito por Gibson, a Internet, hoje é acessado por 1,5 bilhões de usuários e cresce exponencialmente</p>
<p>Arno Penzias,  Prêmio Nobel de Física  afirmou que “a Internet ignora os três conceitos básicos da física: o <strong>tempo</strong>, a <strong>massa e o espaço</strong>”. Como tudo no mundo digital é representado em bits, a massa, isto é, a quantidade de matéria, deixa de ocupar espaço físico e passa a ocupar o espaço cibernético. A informação deixa de ocupar páginas de livros, revistas ou quaisquer outras publicações para ocupar um lugar no mundo virtual. O tempo também adquire outra conotação. O tempo que se gasta para ter acesso à informação no mundo virtual é relativizado e substituído pela largura de banda necessária para acessar o material,</p>
<p>A convergência digital também ressaltou alguns aspectos sociais que merecem destaque. Antes, porém, cabe ressaltar alguns números.</p>
<p>•  A primeira mensagem de texto comercial foi enviada em dezembro de 1992. Hoje, o número de mensagens enviadas excede a população do planeta.</p>
<p>•  Estima-se que hoje, a quantidade de informação veiculada em uma semana no site do New York Times é maior do que a quantidade de informações que uma pessoa obtinha ao longo de toda a sua vida no século XVIII.</p>
<p>•  A quantidade de novas informações técnicas está dobrando a cada dois anos. Isso significa que para estudantes que estão fazendo um curso técnico de quatro anos, metade do que eles aprenderam no primeiro ano estará obsoleto no final do terceiro ano.</p>
<p>•  Existem mais de 200 milhões de pessoas cadastradas no MySpace – um site de relacionamentos –, ou seja, se fosse um país, seria o 5º maior do mundo em população (entre Indonésia e Brasil).</p>
<p>•  O site YouTube apresenta 100 milhões de vídeos por dia.</p>
<p>Portanto, nesse mundo digital, três habilidades tornam-se necessárias para os cidadãos transformarem informação em conhecimento: 1- lidar com quantidades massivas de informação; 2- ter capacidade de comunicação ubíqua, ou seja, ao mesmo tempo e em toda parte; e 3- organizar seu próprio modo de aprendizado.</p>
<p></span><span style="font-size:large;"><strong>*</strong></span><span style="font-size:small;"> </span><span style="font-size:medium;"><strong>Fonte</strong></span><span style="font-size:small;">: fragmentos do texto de André Leon na ComCiência, número 110, Revista eletrônica de jornalismo cientifico, agosto 2009<br />
<a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;edicao=48&amp;id=594">http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;edicao=48&amp;id=594</a></p>
<p>Recebido por e-mail da lista do Professor Aldo Barreto (<strong><a href="mailto:owner-abarreto-l@centroin.com.br">owner-abarreto-l@centroin.com.br</a></strong> - <a href="mailto:odla@centroin.com.br"><strong>odla@centroin.com.br</strong></a>) em 09 de setembro de 2009.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/thesemanticweb.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/thesemanticweb.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/thesemanticweb.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/thesemanticweb.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/thesemanticweb.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/thesemanticweb.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/thesemanticweb.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/thesemanticweb.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/thesemanticweb.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/thesemanticweb.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/thesemanticweb.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/thesemanticweb.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/thesemanticweb.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/thesemanticweb.wordpress.com/45/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=45&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Cronologia da História da Internet [Web]</title>
		<link>http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/09/02/cronologia-da-historia-da-internet/</link>
		<comments>http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/09/02/cronologia-da-historia-da-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 22:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Segue uma cronologia da história da Internet, foi publicado na Folha Online, mas tirei do Blog do Professor Murilo Bastos Cunha (CID-UnB). Minha única observação é a confusão do termos Internet com Web, entendo que essa última vai &#8230; <a href="http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/09/02/cronologia-da-historia-da-internet/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=38&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Segue uma cronologia da história da Internet, foi publicado na Folha Online, mas tirei do Blog do <a href="http://a-informacao.blogspot.com/" target="_blank">Professor Murilo Bastos Cunha (CID-UnB)</a>.</p>
<p>Minha única observação é a confusão do termos Internet com Web, entendo que essa última vai além da primeira, apesar de ser apenas um serviço.</p>
<p>Tem uma cronologia disponibilizada pelo W3C, ela é bem focada na Web, mas vai até 2004 (Aniversário de 10 anos da WWW) &#8230; e leva a Internet em consideração: <a href="http://www.w3.org/2005/01/timelines/timeline-2500x998.png" target="_blank">&lt;link&gt;</a></p>
<p>Compare as duas.</p>
<p>Segue o texto&#8230;</p>
<p><em>&#8220;Veja a cronologia dos 40 anos de história da internet<br />
Fonte: Folha Online. Data: 2/09/2009.</em></p>
<p><em>Veja os marcos no desenvolvimento e crescimento da internet, que chega aos 40 anos nesta quarta-feira:</em></p>
<p><em>1969: Em 2 de setembro, dois computadores na UCLA (Universidade da Califórnia, Los Angeles) trocam dados sem sentido no primeiro teste da Arpanet, uma rede militar experimental. A primeira conexão entre dois locais &#8211;a UCLA e a Stanford Research Institute, também na Califórnia&#8211; acontece em 29 de outubro, apesar de a rede ser interrompida após digitarem as duas primeiras letras da palavra &#8220;logon&#8221;. A Universidade da Califórnia Santa Bárbara e a Universidade de Utah também se juntam à rede depois.<br />
</em></p>
<p><em>1970: A Arpanet chega à sua primeira ligação na costa leste dos Estados Unidos, na empresa Bolt, Beranek e Newman &#8211;agora BBN Technologies&#8211;, em Cambridge, Massachusetts.<br />
</em></p>
<p><em>1972: Ray Tomlinson traz também o e-mail à rede, escolhendo o símbolo &#8220;at&#8221; ou &#8220;@&#8221; como maneira de especificar endereços de e-mail pertencendo a outros sistemas.<br />
</em></p>
<p><em>1973: A Arpanet ganha suas primeiras ligações internacionais, na Inglaterra e Noruega.<br />
</em></p>
<p><em>1974: Vint Cerf e Bob Kahn desenvolvem a técnica de comunicações TCP, permitindo que múltiplas redes se compreendam, criando a verdadeira internet. Posteriormente, o conceito se divide em TCP/IP antes de sua adoção formal, em 1º de janeiro de 1983.<br />
</em></p>
<p><em>1983: O DNS (Domain Name System) é proposto. A criação de sufixos como &#8220;.com&#8221;, &#8220;.gov&#8221; e &#8220;.edu&#8221; chega um ano depois.<br />
</em></p>
<p><em>1988: Um dos primeiros worms da internet, Morris, causa danos a milhares de computadores.<br />
</em></p>
<p><em>1989: A Quantum Computer Services, agora AOL, inaugura o serviço America Online para computadores Macintosh e Apple 2, começando uma expansão que acabaria por conectar cerca de 27 milhões de norte-americanos em 2002.<br />
</em></p>
<p><em>1990: Tim Berners-Lee cria a WWW (World Wide Web) enquanto desenvolvia maneiras de controlar computadores a distância na Cern (Organização Europeia para Pesquisa Nuclear).<br />
</em></p>
<p><em>1993: Marc Andreessen e colegas na Universidade de Illinois criam o Mosaic, primeiro navegador a combinar gráficos e texto em uma única página, abrindo a web para o mundo com um software fácil de usar.<br />
</em></p>
<p><em>1994: Andreessen e outros na equipe do Mosaic formam uma empresa para desenvolver o primeiro navegador comercial, o Netscape. Isso chama a atenção da Microsoft e de outros desenvolvedores que iriam investir no potencial comercial da web. Dois advogados da área de imigração apresentam o spam ao mundo, ao fazer propaganda de seus serviços de &#8220;green card lottery&#8221; &#8211;programa de distribuição de vistos norte-americanos.<br />
</em></p>
<p><em>1995: A Amazon.com abre suas portas virtuais.<br />
</em></p>
<p><em>1998: Google monta um projeto iniciado nos dormitórios de Stanford. O governo dos Estados Unidos delega a supervisão das políticas relacionadas a nomes de domínios para a Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers). O Departamento de Justiça e 20 Estados acusam a Microsoft, criadora do onipresente sistema operacional Windows de abusar de seu poder de mercado, frustrando a competição com o Netscape e outros.<br />
</em></p>
<p><em>1999: O Napster populariza o compartilhamento de arquivos de música, levando a sucessores que mudaram permanentemente a indústria das gravadoras. A população usuária de internet no mundo ultrapassa 250 milhões de pessoas.<br />
</em></p>
<p><em>2000: O &#8220;boom&#8221; das empresas de tecnologia dos anos 1990 dá lugar à explosão da bolha do setor. A Amazon.com, eBay e outros sites são seriamente prejudicados em um dos primeiros usos em larga escala do ataque de negação de serviço, que enche um site com tanto tráfico falso que usuários de verdade não conseguem visitá-lo.<br />
</em></p>
<p><em>2002: A população usuária de internet do mundo ultrapassa 500 milhões de pessoas.<br />
</em></p>
<p><em>2004: Marck Zuckerberg inicia o Facebook, em seu segundo ano de curso na Universidade Harvard.<br />
</em></p>
<p><em>2005: É inaugurado o site de compartilhamento de vídeos YouTube.<br />
</em></p>
<p><em>2006: A população usuária de internet do mundo ultrapassa 1 bilhão de pessoas.<br />
</em></p>
<p><em>2007: A Apple lança o iPhone, trazendo o acesso a internet sem fio a mais milhões de pessoas.<br />
</em></p>
<p><em>2008: Os usuários de internet do mundo ultrapassam 1,5 bilhões de pessoas. O total só na China chega a 250 milhões, ultrapassando os Estados Unidos como o país com a maior população usuária de internet do mundo. Os desenvolvedores do Netscape interrompem o navegador pioneiro, embora seu &#8220;sucessor&#8221;, Firefox, permaneça forte. Importantes companhias aéreas intensificam o uso de serviços de internet nos voos.<br />
</em></p>
<p><em>2009: O &#8220;Seattle Post-Intelligencer&#8221; torna-se o primeiro grande jornal diário a ficar exclusivamente online. O Google anuncia o desenvolvimento de um sistema operacional com foco na web.&#8221;</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/thesemanticweb.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/thesemanticweb.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/thesemanticweb.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/thesemanticweb.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/thesemanticweb.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/thesemanticweb.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/thesemanticweb.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/thesemanticweb.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/thesemanticweb.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/thesemanticweb.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/thesemanticweb.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/thesemanticweb.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/thesemanticweb.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/thesemanticweb.wordpress.com/38/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=38&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Finalmente&#8230;</title>
		<link>http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/08/24/finalmente/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 22:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Berners-Lee]]></category>
		<category><![CDATA[Douglas Englebart]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Otlet]]></category>
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		<category><![CDATA[Vannevar Bush]]></category>
		<category><![CDATA[Web Semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoas que se envolvem, que se divertem, que dependem, que pensam a Web&#8230; Finalmente!!! Finalmente consegui, depois de várias tentativas, deixar esse blog sobre a Web Semântica e Afins (Web, Internet, TICs etc) apresentável, &#8220;lível&#8220;! Nem tinha assunto pra &#8230; <a href="http://thesemanticweb.wordpress.com/2009/08/24/finalmente/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=25&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoas que se envolvem, que se divertem, que dependem, que pensam a Web&#8230;</p>
<p>Finalmente!!!</p>
<p>Finalmente consegui, depois de várias tentativas, deixar esse blog sobre a Web Semântica e Afins (Web, Internet, TICs etc) apresentável, &#8220;<em>lível</em>&#8220;!</p>
<p>Nem tinha assunto pra esse primeiro post. Mas o primeiro post precisava ser meu né! O objetivo do blog está em &#8220;Sobre o Blog&#8221;, as referências que eu usei na minha dissertação de mestrado sobre o tema estão em &#8220;Referências&#8221;, logo colocarei as que eu não usei, acho que vai ter mais&#8230; e uma introdução da introdução, bem introdutória sobre a Web Semântica está em &#8220;Sobre a Web Semântica&#8221;, juntamente com partes de um texto sobre seu funcionamento&#8230;</p>
<p><em>Mas um blog com bibliografia sobre a web!? Você está querendo concorrer com o Google é!?</em> &#8211; podem perguntar os mais chatos. Pois é! As perguntas dos chatos geralmente são as mais pertinentes. Não quero concorrer com o Google, gostaria apenas de colocar em um único local, todo o material (as referências com seus links, se houver) sobre a Web Semântica e afins que levantei para a minha dissertação, muitas por íncrivel que seja, você não vai achar através do Google (interessante começarmos mudar o termo &#8220;no&#8221;, pelo &#8220;através&#8221; ou &#8220;por meio&#8221;, pois o Google não produz conhecimento, não tem nada no google, ele é  <span style="text-decoration:underline;">i n t e r m e d i á r i o</span>&#8230; apenas!). Isso mesmo! Ele não tem tudo na sua base de dados, e se tivesse, a Web Semântica não seria necessária.</p>
<p>Pra começar, temos um cidadão &#8220;metendo o pau&#8221;, no bom sentido, nos objetivos da Web Semântica, conforme pensou Tim (Berners-Lee) e seu grupo: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/isso-e-perda-de-tempo-24072009-7.shl">http://info.abril.com.br/noticias/internet/isso-e-perda-de-tempo-24072009-7.shl</a>.</p>
<p>Tem também o texto sobre as possibilidades de funcionamento da Web 3.0 (nomenclatura mais porpular da Web Semântica) por <a href="mailto:faleconosco@hsw.com.br">Jonathan Strickland</a> &#8211; traduzido por HowStuffWorks Brasil, que está em &#8220;Sobre a Web Semântica&#8221; e no link orignal <a href="http://informatica.hsw.uol.com.br/web-30.htm">http://informatica.hsw.uol.com.br/web-30.htm</a>, que segue até fazer uma explicação sobre a Web Semântica, ou seja, eles entendem as duas nomenclaturas como idéias próximas, porém diferentes. Eu entendo como sinônimos de uma mesma proposta para uma melhoria da Web.</p>
<p>Viva ao <a href="http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/viewArticle/971" target="_blank">Paul Otlet</a> (o primeiro que pensou no hipertexto e na rede, não com esses nomes é claro!), ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vannevar_Bush">Vannevar Bush</a> (que acha que foi o primeiro, mas foi o segundo e tem sua importância, pois escreveu o <a href="http://www.theatlantic.com/doc/194507/bush" target="_blank">texto considerado o marco zero da Web</a>), ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Theodor_Nelson" target="_blank">Ted Nelson</a> (que criou o termo literalmente, o cara é um inventor de palavras!), ao <a href="http://www.w3.org/People/Berners-Lee/" target="_blank">Tim Berners-Lee</a> (que materializou tudo o que esses caras pensaram antes, e criou a Web, que não é a Internet) e ao <a href="http://www.dougengelbart.org/" target="_blank">Douglas Englebart</a> (imagina navegar na Web sem o mouse!? Imaginou!? Seria f&#8230;).</p>
<p>Viva os links&#8230;! Imagina se eu tivesse que escrever alguma coisa sobre todas essas referências citadas&#8230;</p>
<p>Abraço.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/thesemanticweb.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/thesemanticweb.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/thesemanticweb.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/thesemanticweb.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/thesemanticweb.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/thesemanticweb.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/thesemanticweb.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/thesemanticweb.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/thesemanticweb.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/thesemanticweb.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/thesemanticweb.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/thesemanticweb.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/thesemanticweb.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/thesemanticweb.wordpress.com/25/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=thesemanticweb.wordpress.com&amp;blog=2986408&amp;post=25&amp;subd=thesemanticweb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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